Comissão Distrital da CDU

CDU Linha Voto 2015

No âmbito das funções e direitos que me são conferidos enquanto membro desta Assembleia Municipal, venho junto de Vª Ex.ª apresentar a seguinte recomendação ao executivo camarário:

Nos passeios que ladeiam a Rua Almirante Afonso Cerqueira, encontram-se árvores de copa frondosa e densa que, na opinião dos moradores e utentes, a deslocação noturna em segurança.

Várias foram as diligências realizadas por estes munícipes e também por mim, no sentido de solicitar que seja melhorada a iluminação naquela artéria. Até hoje sem qualquer sucesso.

Aproximando-se um período em que o problema sofre agravamento, recomendo ao executivo camarário que estude e dê resposta a este problema.

Viseu, 30 abril 2018

A eleita da CDU

Filomena Pires

pedropinanobrega

Intervenção no Período Antes da Ordem do Dia

Cumpriu-se na passada 3ª feira, mais um aniversário do 25 de Abril, o 44º do Portugal liberto da repressão, da censura, das prisões e da tortura. Um dia glorioso em que é nosso dever lembrar os muitos democratas e patriotas que se bateram corajosamente durante a longa noite fascista, para que Portugal tivesse liberdade e democracia. Quarenta e quatro anos sobre a madrugada de todas as esperanças, sobre a aurora que devolveu ao povo português a confiança na sua força e o mobilizou para construir com as suas próprias mãos, o presente e o futuro de liberdade e justiça social, sobre o dia em que Portugal renascia das cinzas que o assombraram por quase cinquenta anos.

CDU Linha Voto 2015

Se as alterações propostas ao Regulamento tinham como objectivo tornar mais claros os critérios e simplificar alguns procedimentos, creio que não o terão conseguido.

1.Desde logo não é definido se uma família carenciada, que seja numerosa, pode candidatar-se cumulativamente. Quando se verificar que a família é carenciada e numerosa, qual a parte do Regulamento pela qual vai ser avaliada? Parece indiferente, mas não é, como veremos.

2.O artigo 11º, ponto 4, refere que, no caso dos alunos candidatos provenientes de famílias carenciadas que tenham rendimento per capita superior a 70% do IAS, a bolsa a atribuir será de 90% do Valor Anual Máximo (alterou, quanto a mim mal, o número 1 do Artigo 12º do regulamento anterior), portanto, não receberão os 900 euros, mas 819 euros, se as minhas contas estão certas.

Já para as famílias numerosas o rendimento não é impedimento para a atribuição da bolsa, como acontece com as “carenciadas”.

Para as “numerosas” prevalece apenas a condição de “numerosa” e o tecto máximo de 18 Bolsas a atribuir, independentemente dos rendimentos do agregado familiar.

Os 18 seleccionados podem ter todos rendimentos per capita de milhares de euros que tal não os inibe de receber a bolsa. Se, por mera hipótese, o número de candidaturas apresentadas for igual ou inferior às 18 bolsas a atribuir para as “famílias numerosas”, todos os bolseiros comtemplados podem ter rendimentos per capita elevados que não serão penalizados. Parece-me errado e determinado por uma clara opção ideológica e de classe. Se algum critério de rendimentos havia que introduzir, era exactamente para as famílias numerosas, que o são por opção consciente, determinada por um nível de rendimentos que lhes permite criar e educar os filhos sem constrangimentos de ordem económica. Os casos de famílias numerosas e carenciadas estão, na grande maioria dos casos, infelizmente, tipificados e estas, por razões sociais, económicas, culturais e de inserção, muito raramente aspiram a níveis de ensino superior.

3.Também deixou de estar fixado no regulamento o número máximo de bolsas a atribuir a famílias carenciadas”. Remete-se para o Artigo 4º. Posso depreender que o valor disponível para atribuição de Bolsas a alunos de “famílias carenciadas” é de 33.800 euros?

4.Este Regulamento contempla ainda critérios que são, no mínimo, de duvidosa legalidade. Refiro-me aos números 3 do Artigo 4º e nº 2 do Artigo 6º, que atribuem à Câmara a “avaliação de situações excepcionais e a possibilidade de alterar o valor e o número de bolsas, mediante justificação”. Há sempre uma justificação para tudo e levada ao extremo, esta prerrogativa que a Câmara se atribui, pode fazer letra morta de tudo o que consta do Regulamento. Pode ser mesmo a negação do Regulamento. Estabelecem-se regras, mas deixa-se sempre um “alçapão”, para o que der e vier.

5.Nesta informação, devia constar um Mapa que nos elucidasse sobre o número de candidaturas anual, o modo como tem evoluído a atribuição das bolsas, quem têm sido os candidatos selecionados, tudo para se poder avaliar de forma fundamentada a pertinência das alterações propostas e a inserção dos novos critérios.

6.Porque considero que o Regulamento piorou e se tornou menos objectivo e transparente, não poderei votar favoravelmente esta proposta.

Viseu, 26/02/2018

A Eleita da CDU na Assembleia Municipal de Viseu

Filomena Pires

CDU Linha Voto 2015

Exmo. Senhor

Presidente da Assembleia Municipal de Viseu

No âmbito das funções e direitos que me são conferidos enquanto membro desta Assembleia Municipal, venho junto de Vª Ex.ª solicitar que me seja facultado o Mapa onde conste o valor atribuído a cada Junta de Freguesia do Concelho de Viseu, no âmbito dos Acordos de Execução de delegação de competências, assinados com o Município.

Viseu, 26 de fevereiro, de 2018

A eleita pela CDU    

Filomena Pires

CDU Linha Voto 2015

Como a CDU muitas vezes diz “Quem luta arrisca-se a ganhar mas quem não luta perde sempre”. Foi a luta dos trabalhadores sempre acompanhados pelos partidos que constituem a Coligação Democrática Unitária, PCP e PEV, que permitiu a aprovação da Lei nº 112/2017 de 29 de dezembro, que estabelece o Programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na administração pública, que leva as autarquias fazer justiça no que respeita aos trabalhadores que mantiveram precários muitas vezes por longos períodos de tempo.

Aqui mesmo, nesta tribuna, apelei ao executivo camarário que vinculasse os trabalhadores com contratos a termo certo, e eram muitos como agora se comprova mais uma vez. O sr. presidente, mesmo podendo fazê-lo a todo o tempo pois a CM de Viseu não estando sujeita a um programa de recuperação, tinha poder para o fazer. O sr assumidamente não quis fazê-lo, chegou mesmo a acusar a CDU de querer o despedimento destes trabalhadores. Pois muito bem: agora não se coloca essa questão? Mais uma vez a CDU tinha razão!

Uma questão que gostaria de ver esclarecida relativamente ao mapa de pessoal dos SMAS que nos é apresentado: propõe-se a contratação de 3 técnicos superiores e 8 assistentes operacionais a termo certo – qual a razão para que assim aconteça?

Viseu, 26 de Fevereiro de 2018

A Eleita da CDU na Assembleia Municipal de Viseu

Filomena Pires

Como a CDU muitas vezes diz “Quem luta arrisca-se a ganhar mas quem não luta perde sempre”. Foi a luta dos trabalhadores sempre acompanhados pelos partidos que constituem a Coligação Democrática Unitária, PCP e PEV, que permitiu a aprovação da Lei nº 112/2017 de 29 de dezembro, que estabelece o Programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na administração pública, que leva as autarquias fazer justiça no que respeita aos trabalhadores que mantiveram precários muitas vezes por longos períodos de tempo.

Aqui mesmo, nesta tribuna, apelei ao executivo camarário que vinculasse os trabalhadores com contratos a termo certo, e eram muitos como agora se comprova mais uma vez. O sr. presidente, mesmo podendo fazê-lo a todo o tempo pois a CM de Viseu não estando sujeita a um programa de recuperação, tinha poder para o fazer. O sr assumidamente não quis fazê-lo, chegou mesmo a acusar a CDU de querer o despedimento destes trabalhadores. Pois muito bem: agora não se coloca essa questão? Mais uma vez a CDU tinha razão!

Uma questão que gostaria de ver esclarecida relativamente ao mapa de pessoal dos SMAS que nos é apresentado: propõe-se a contratação de 3 técnicos superiores e 8 assistentes operacionais a termo certo – qual a razão para que assim aconteça?

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